terça-feira, 4 de março de 2008

Visita à ETA e Laboratório da EPAL.

No passado dia 27 de Fevereiro a nossa turma realizou uma visita às instalações da ETA (Estação de Tratamento de Água) da EPAL, localizada na Asseiceira. Para além disto também visitámos o laboratório onde são feitas as análises à água. A EPAL (Empresa Portuguesa de Águas Livres) é uma sociedade de sistema em alta, responsável pelo abastecimento de 2,6 milhões de pessoas, abrangendo vinte e seis concelhos.
A água é captada na albufeira do Castelo de Bode e é encaminhada através de estações elevatórias e adutoras até à ETA da Asseiceira. Aí sofre um processo de tratamento que consiste na pré-cloragem de emergência, correcção da agressividade e remineralização, coagulação e floculação química, flotação, ozonização intermédia, filtração e desinfecção final com cloro. Dentro em breve iremos publicar uma postagem onde estão descritos o modo em que consiste cada um dos tratamentos enunciados anteriormente. A água captada classifica-se na classe A1, de acordo com o Decreto - Lei 236/98 de 1 de Agosto.



O laboratório da ETA que visitámos é um local muito restrito, com o qual estivemos pouco contacto. No laboratório são feitas análises físico - químicas, bacteriológicas e biológicas.Após o tratamento a água chega ao laboratório para últimas análises. Seguidamente, a água é encaminhada para a população. Um aspecto importante que verificámos foi a separação dos diversos materiais de laboratório que é feita nas instalações da EPAL.
Também fomos visitar a sala onde é feito o controlo, em Telegestão, de todas as etapas do sistema de tratamento.
Em suma, foi uma visita interessante pois tivemos um contacto real com aquilo tinhámos estudado nas aulas.


Nuno Alves

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Distribuição da Água a nível mundial


Fonte: http://snirh.pt/junior/index.php?menu=2.5

Trabalho de Campo

Objectivo: Analisar diversas nascentes, fontes públicas e ribeira da zona envolvente da localidade de Ulme.
Parâmetro em análise: pH da água

Registo de observações:
1.Água contaminada por dejectos de animais e alguma terra – pH 7,24;
2.Ribeira de Ulme (dentro da localidade) – pH 7,65;
3.Ribeira afluente em Ulme – pH 7,09;
4.Junção das duas ribeiras – pH 7,28;
5.Fonte pública (a caminho do cemitério) – pH 6,00;
6.Fonte pública (ao pé da escola primária) – pH 6,10;
7.Fapulme (Fábrica de papel de Ulme):
• A montante – pH – 7,27;
• Junto – pH 7,10;
• A jusante – pH 7,15;
8.Descarga junto à fábrica – pH 6,56;
9.Água parada junto à fábrica – pH 6,92;
10.Nascente (Famão) – pH 6,00;
11.Nascente (Paires) – pH 5,79;
12.Curso de água subterrânea (Paires) - pH 6,45;
13.Água da nascente das Balsas (água canalizada) – pH 5,62;
14.Represa das Balsas (com matéria orgânica, seres vivos e terra, essencialmente) – pH 7,26;
15.Água de um charco (Balsas)– pH 6,85;
16.Nascente que abastece a população de Balsas – pH 5,88;
17.Água da poça (Balsas – com muita matéria orgânica e seres vivos) – pH 6,44;
18.Nascente (Ulme – em frente à fábrica) – 6,70;
19.Nascente Alto da Costa – pH 5,72;
20.Furo do Lopes da Costa – pH 6,03.

Observações: Na realização destas análises não foram respeitados alguns procedimentos de recolha. Chamamos a atenção para a consulta de um site onde estão explicitos os procedimentos a seguir, no caso da recolha de água em torneiras.


terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Algumas medidas de poupança de água




Com a escassez de água, que é cada vez maior, é necessário tomar algumas medidas urgentes de poupança de água, como por exemplo:
• Fechar a torneira enquanto lavamos os dentes;
• Podemos também arranjar um sistema de reutilização da água. Como? Através da reutilização da água da máquina de lavar roupa para, por exemplo, lavar o jardim ou calçadas;
• Efectuar limpezas a seco, evitando, assim, o uso de água e detergentes;
• A colocação de uma garrafa de 1,5 litro (cheia) no autoclismo, diminuindo, assim, o seu volume;
• No autoclismo,sempre que possas efectua meias descargas de água e não uma descarga completa;
• O tempo aconselhável de um duche é de 10 minutos e não de 20 ou 30 minutos;
• É de evitar os banhos de imersão, são preferíveis os duches rápidos.

Para além destas medidas, aconselhamos:
• Maior cuidado na manutenção de torneiras e autoclismos;
• Maior regulação e controlo das torneiras;
• Encaminhamento das águas pluviais para um reservatório, para serem utilizadas para outros fins;
• Uso de máquinas de lavar roupa e de loiça na sua carga máxima( período nocturno no período bi-horário);
• Enquanto se espera que a água do banho aqueça, deve-se aproveitar a que entretanto corre, através do seu armazenamento, por exemplo, num balde.

Como se pode verificar existem várias medidas de poupança de água. Se não as colocarmos em prática é porque não queremos. Há que pensar no dia de hoje e no de amanhã… Nunca se sabe o que o futuro nos pode reservar.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Visita ao Fluviário de Mora, à ETAR e à ETA de Cabeção

08:30 – Partida da escola rumo ao Fluviário de Mora.

10:30 – Entrada no Fluviário, onde fomos muito bem recebidos pela nossa guia: a Dra Joaninha. No auditório foi-nos apresentado um vídeo sobre o Fluviário de Mora, desde a sua construção até à sua fase actual. Também nos foi apresentado um vídeo onde estava bem demonstrado o quanto é importante preservar e gerir um recurso muito essencial à vida: a água.

11:15 – Visita guiada ao Fluviário , desde a nascente até à foz de um rio, vimos muitas espécies de água fria, alguma delas em vias de extinção.
Saímos para a parte exterior do Fluviário, onde vimos a Mariza e o Cristiano Ronaldo. Atenção! Não se tratava da Mariza, a fadista, e do Cristiano Ronaldo, o jogador de futebol. Eram as lontras existentes no Fluviário, as quais são muito simpáticas e irrequietas. Ainda no exterior vimos os cisnes, aos quais demos de comer.
Regressámos ao interior do Fluviário, onde vimos diversas espécies aquáticas vindas de outros países. Ah! E vimos uma anaconda…! Não era muito grande, apenas tinha 2,10 metros de comprimento! Já na recta final da visita interagimos com apresentações interactivas sobre a água no mundo, a distribuição desta, o ciclo natural da água, entre outros.

12:45 – Com a “barriga a dar horas” fomos almoçar para um jardim ao lado do Fluviário, por onde permanecemos até as 14:00 horas.

14:25 – Fomos visitar a ETA de Cabeção, a qual nos foi apresentada por uma jovem licenciada em Engenharia do Ambiente. Na ETA foi - nos explicado o processo de tratamento, como é que a água é captada e o modo de distribuição às populações abrangidas por esta ETA.

15:15 – Seguidamente, a nossa turma foi visitar a ETAR de Mora, onde nos foi explicado por dois técnicos nos explicaram o tipo de tratamento que é feito às águas residuais que chegam à ETAR, qual o destino final da água e que tipo de tratamento e que destino têm as lamas resultantes do processo de tratamento.

15:45 – Fim da visita e regresso à Chamusca.

O nosso grupo, e de um modo geral toda a turma, julga que esta visita foi muito importante para o nosso curso. Foi uma visita diferente, pois fomos para o meio rural e o Fluviário de Mora é um local a visitar um dia mais tarde, uma vez que é super interessante e que vale a pena visitar mais uma vez.